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Wednesday, August 26, 2009

Ontem, passeio tipo surpresa.

Mais do género "Deixa lá ver onde é que esta estrada vai dar!"
E a máquina ficou em casa... Bendita net, porém!
De qualquer das maneiras, em vez de nos ficarmos a lamentar, bem, decidimos lá voltar outra vez, mas com máquina, e - consenso! - em Setembro, que é uma zona de vinhas, e as cores do Outono quase quase a chegar vão dar uma fotos espectaculares!

Vocês não imaginam a quantidade de árvores que aquilo tem. E árvores antigas!





O lago.

Adorei esta árvore. Tem aquela pedra gigantesca a apoiá-la, e ali à volta andam patos, gansos e grous!
E vocês sabem como os patos podem ser "comunicativos"...

Outro plano da árvore, da pedra, da ponte e do dragão.

Mais outra do lago.

E aquilo é gigantesco!
Quinta dos Loridos, nas mãos do sr. Joe Berardo, que me surpreendeu pela positiva!
O Jardim da Paz é um espaço idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara. Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental.
És o maior, meu!

Tuesday, August 18, 2009

Finally!

Acabei a "Praia Roubada", da Joanne Harris. Gostei bastante. Não dos meus preferidos, mas gostei.
Estou a arder de curiosidade para ler este! "The Evil Seed"! Mete um bocado de medo, parece. E uma vez que estou a morar não muito longe do cemitério local...


Something inside me remembers
and will never forget.

Monday, August 03, 2009

Lost in Austen 1.

Pronto, eu sei, devia escrever.

Vontade não falta, mas um pouco a inspiração.

Tempo não me falta. Bem vistas as coisas, fiquei com um MONTE de tempo livre assim de repente. Para ver o tempo que dedicava a coisas não tão importantes, ou me preocupava com coisas que não valiam a pena.

Afinal, agora, faço coisas - para mim - mais importantes, mais valiosas, e mais valorizadas. É bom.

E ainda sobra tempo.

Tenho andado a ler.

E a reler.

Depois da Juliet e da Joanne (sorte das sortes, tenho encontrado todos os livros que me faltam! Ele é prateleiras escondidas em livrarias obscuras, ele é feiras do livro no largo de Santa Cruz, tem sido uma razia!), lá voltei aos clássicos.

Brontë.

E JAne Austen.

Este fim de semana marchou o Pride and Prejudice, coisinha boa!

Tenho ali mais uns quantos, e depois vou informando dos progressos!

Vou pensar em ver o filme, mas sou um bocado esquisita com estas coisas. Não gostei dos actores da versão de 2005, e a miúda que fez de Elizabeth Bennet na versão de 95 tem um bocado de sal a menos e mamas a mais.

Indiscutivel, é a escolha do Colin Firth para fazer de Mr. Darcy!

E é deprimente verificar que o homem mais perfeito, educado, correcto, honesto, sensível e lindo de cair para o lado... só existe no papel... Isto se tentarem NÃO imaginar o Colin Firth com a camisola do Rudolfo, ou aquelas calças de napa justas horríveis e a dançar para um espelho.

Brrrrrr.... Assustador!


Monday, July 06, 2009

“6 de Julho

Meu anjo, meu tudo, meu eu! Só umas palavras, hoje, e a lápis (o teu). Porquê essa profunda ânsia, quando fala a necessidade?

Será que o nosso amor poderá subsistir de outra forma que não seja à custa de sacrifícios e de nos privarmos um do outro? Será que não podes alterar o facto de não seres totalmente minha e de eu não ser totalmente teu? Deus! Contempla a Natureza bela e tranquiliza o teu espírito naquilo que é inevitável!

O amor exige tudo de pleno direito, a mim em relação a ti, assim como a ti em relação a mim. Mas tu esqueces demasiado facilmente que devo viver para mim e para ti. Se estivéssemos juntos, sentiríamos menos esta situação dolorosa (…). Há momentos em que acho que as palavras não servem para nada!

Tranquiliza-te, és o meu fiel e único tesouro, o meu tudo, como eu sou para ti.

O teu fiel Ludwig.”


Isto foi escrito por Ludwig van Beethoven à sua Amada Imortal, exactamente, numa Segunda-feira, 6 de Julho, como hoje.
Pensar que há muitos anos atrás, Ludwig, a esta hora, estava com o seu coração e pensamento Nela.
Isto veio parar-me às mãos por obra da Z. (que adora Beethoven!), num ano em que, precisamente, 6 de Julho calhava a uma Segunda-feira.
Este ano, como andei a arrumar papéis, dei com estes textos, que tinha transformado em separador de temas de um dossier.
E desde que os encontrei, guardei-os para colocar aqui nesta data.

Em honra do grande maluco que era o Beethoven! Sempre em alta!

Wednesday, April 29, 2009

Pedro e Inês, por Olga Roriz


PEDRO E INÊS - Watch more amazing videos here

Eu, pessoa que não percebe patavina de arte moderna, me confesso:

Esta ainda é a minha história preferida!

Obrigado, Zabete, pela experiência!

Quem dera repetí-la!

Monday, April 20, 2009

Afinal, quem é doentinho da cabeça, aqui?

Ora por vias de uma ocasião específica, veio parar-me às mãos uma obra que fazia tenções de não ler por motivos de ter na gaveta um compêndio de contos com uma sinopse relativamente parecida.

Um tal de "Twilight", em português, "Crepúsculo".

Depois de mais uma rodada do maravilhoso "Vinho Mágico" da Joanne Harris (e já perdi a conta das vezes que o li...), lá me decidi a agarrar o calhamaço, e dar-lhe uma hipótese.

Felizmente, posso concluir com gáudio, os meus papéis vão poder sair da gaveta, porque esta história não tem nada a ver com a minha!

E nunca na minha vidinha havia de meter vampiros, ou começar uma história de vampiros com os ditos enfiados no refeitório de um liceu americano.

Iep, um REFEITÓRIO DE LICEU TIPICAMENTE AMERICANO!!!

A destruir aquilo tudo numa pirotecnicamente brilhante cena de luz, cor e explosões?

Não... a tipo almoçar...

So very f*ck*n' Buffy-style...


(mas também, ainda nem cheguei ao fim do primeiro capítulo...)
(e o gajo foi mal escolhido, prontos!)

Tuesday, March 10, 2009

Bateman, not Batman, please!

Cá estão os peitorais a que me refiro no post anterior. De referir que também há a versão "de costas", que não coloquei por óbvios motivos de ser uma escandaleira!
Em excelente forma física, mas escandaleira.
Se tiverem mesmo muita curiosidade, vão ao google e coloquem american psycho buttocks.

Esta é a imagem antes de o Bateman espalhar o cérebro do Jared Leto pelo chão da sala.

E esta é depois de espalhar o cérebro e muito mais coisas de várias pessoas aleatórias por vários lugares.

Isto tudo na cabeça dele, é claro. É um filme interessante, da altura em que o Dexter ainda cantava no coro da escola, e nem sabia o que era um picador de gelo nem para que servia.
Aliás, quando virem este filme, vão perceber de onde é que surgiram muitas das ideias para a série do Dexter. A começar pelo genérico!
Que é quase uma fotocópia.
Mas a do American Psycho é muito melhor!


Monday, December 29, 2008

Era mais ou menos isto que eu queria explicar:

Aqui o final feliz.
A Jane chegou a Thornfield e apaixonou-se pelo Rochester. Ele fazia-se de mau, mas já estava caidinho por ela. E como tinha tendência para ser estupidamente impulsivo, quer casar com ela o mais breve possível.
Isto tem uma razão de ser. Sendo segundo filho, o nosso amigo não herdava nada da fortuna paterna. Logo, pai, irmão e futuro cunhado conspiraram para o casar com uma rapariga abastada das Novas Indias, que por acaso também era uma psicopata violenta com tendências homicidas e pirómanas (adivinhem qual foi a parte da história que não contaram ao inocente Rochester...). Ora eles casam, e o rapaz descobre a tramóia. Entretanto, como o gajo lá de cima gosta da piadola, decidiu levar para as suas portas não só o velho pai, como também o irmão herdeiro. Vai daí, o Rochester herda aquilo tudo, na mesma, enfia a doida no último andar da casa e vai correr mundo à maluca.
É neste ponto em que está a história quando ele regressa e encontra a Jane. Só que ninguém sabe... Logo, por ser casado, não pode voltar a casar com a Jane e, sim, há um estafermo que chega à igreja mesmo na altura do "se ninguém tem nada contra esta união...", "olhe, já agora, por acaso...".
A Jane passa-se da marmita , foge e começa nova vida, mas como o Amor era verdadeiro, não havia maneira de fugir dele.
A nossa amiga Charlotte até tinha pensado num final diferente, mas as puritanas ideias victorianas em relação a este aspecto das relações humanas "obrigaram-na" a pensar numa alternativa. E no final, sim senhor, eles ficam juntos, mas o Rochester perde a mansão num incêndio brutal, fica viúvo, porque a doida se atirou do telhado, fica estropiado por ser um cavalheiro e a tentar salvar, e agora sim, pode ter a sua Jane de volta.
É uma história densa. Para quem gosta de histórias de Amor Eterno e ligeiramente psicótico. E tem cenas sobrenaturais muito bem conseguidas!
Ó pr'a eles tão sofisticados!

Lamentavelmente, esta cena não é assim no livro, isto foi uma adaptação do século XXI. Na época victoriana, melos, só depois da aliança no dedo. Eram um bocado chatos, nesse aspecto.
Nesta parte, podemos dizer que ainda a procissão vai no adro. Estamos a meio do livro...

A menina chama-se Ruth Wilson, e é relativamente desconhecida. O sr. chama-se Toby Stephens e é relativamente desconhecido. Apareceu num filme do James Bond, a fazer de mau, e descobri depois porque é que ele é só relativamente famoso: porque na família, quem é famoso, é Mamãe - a Dame Maggie Smith. Sim, a McGonagall!

Bem, a história começa muito lá atrás. É um livro grande, não dá para contar tudo aqui. A Jane é uma cachopa orfã num mundo victoriano. A sua pseudo-família, que a devia proteger, decide enviá-la para um colégio longe de casa. Isto foi baseado na própria experiência da autora. Aquilo era tão mau, que as duas irmãs mais velas morreram de tuberculose.
Bem, entretanto, a Jane cresce, torna-se professora da instituição e, um dia, por as amigas se terem ido todas embora também, decide colocar um anúncio no jornal e ir à aventura.
Vai parar a Thornfield Hall, que é a propriedade do Sr. Edward Fairfax Rochester, que é o caramelo ali da fotografia, e que vai ser o herói da história, que isto já estava um bocado parado, e a Charlotte achou por bem espevitar um bocado as coisas!

Eu leio bué. Eu escrevo bué. Eu falo bué...

Já me calava. Uma das decisões para 2009 devia ser cortar no café, mas não é.

Muito menos com uma Nespresso assim tão perto. Huuuummmm...

O que andei a ler em 2008 – Parte 2

. “Eça Agora” – os sete do costume. Uma paródia aos Maias escrita a sete mãos, cada uma a tentar lixar o mais possível a que vem a seguir. Só que tem um final feliz!
. “Jane Eyre”, de Charlotte Brontë. Um dos meus livros preferidos, mas que já não lia há alguns anos. Isto é por fases, parece. Voltei a ele depois de ter levado com uma versão cinematográfica como deve ser, que passou na Dois. A primeira vez que li o livro foi na faculdade, que era a leitura obrigatória das aulas de Literatura Inglesa. O professor achou engraçado meter um filme com a história, para facilitar a visualização, mas não o consegui ver. Algum tempo depois, eu e a India vimos – na Dois – um com o William Hurt, que era um bocado… esquisito. Não sei se terá sido efeito secundário de termos visto também o Pollock nessa ocasião. Há essa hipótese. De qualquer das formas, a Jane até nem estava mal, o meu problema era mesmo o Rochester. Respirei de alívio quando percebi que esta versão tinha um Rochester como deve ser, tal qual eu o imaginava! Infelizmente para o actor que o interpreta, um outro papel mais relevante que encarnou foi o de um mau de fraca qualidade num filme do James Bond. Que valeu, essencialmente, pela música da Madonna e pelas ideias mirabolantes do Q.
. “O Feitiço”, da Charlotte Brontë. Acreditem ou não, dei com isto numa singela Feira do Livro em Peniche. Sim, a mesma. Foi um desvario…
. “As Deusas em cada Mulher”, de Jean Shinoda Bolen, e
. “Os Deuses em cada Homem”, de Jean Shinoda Bolen. Feira do Livro do Clube Académico de Peniche… 5 euros a peça…
. “The Secret”, Charlotte Brontë. Acompanha o Feitiço.
. “The Life of Charlotte Brontë”, Elizabeth Gaskell. Sim, confesso, andei na Livraria Britânica!
. “The collected poems of Alfred, Lord Tennyson. Tive saudades...
. Poesia de Emily Jane Brontë, do Byron, Dante Gabriel Rossetti, Elizabeth Siddall, Christina Rossetti.
. “Lord Byron’s novel”, John Crowley. Sinais, sinais, sinais... Essas coisas misteriosas e incompreensíveis que rodeiam as vidas das pessoas e que as cutucam constantemente, sem que elas se apercebam que, de facto, estão a ser cutucadas! São aquelas coisas malditas que moem… Andava agarrada aos papéis do Byron. Espera! Isto começou antes.Passaram a Jane Eyre na Dois. A versão como deve ser. Voltei a agarrar os livros das Brontë. E nos apontamentos. Daí aos poetas e à overdose de chá inglês foi um saltinho. Depois ordenei o dossier da Poesia Inglesa e os documentos no Corte-Real (os outros têm o Magalhães, ao meu chamei Corte-Real, que foi o primeiro a chegar às Américas – é um HP, americano, logo…). Sinais. Voltando. Ficou tudo xpto, e apontei o que faltava, para sacar depois da net, que foi, precisamente, o que fiz. Ora, durante a minha pesquisa internáutica, dei com esta pérola e fiquei curiosa. Pensei para comigo: “O Sr. Bandeira deve ter!”. Logo, arranquei para a Livraria 1. Não tinha. Depois fui à Livraria 2. Não encontrei. Encontrei outro, “O Vampiro”(muuuuuiiiito interessante!!!), mas deste, nem sinal!. Por acaso, houve alguém que esteve lá dentro a ler o jornal e o deixou todo espalhado por cima dos livros. Passei lá duas vezes e fiquei com vontade de o arrumar e espreitar por baixo. À terceira vez, já a sair com o outro livro debaixo do braço mas com aquela sensação de “não era bem isto, mas vá”, viro o jornal e lá estava ele!! Escondido, à minha espera, a olhar para mim! Acho que até se riu! Tive vontade de o beijar – não lambuzadamente, é claro! Mas o sorriso que lhe dei valeu por isso! – É uma parte da loja onde não passa ninguém… - Agora está cheio de poemas dele. Eu escrevo nos livros. Às vezes a lápis, às vezes a caneta preta. O que é engraçado é que depois vi os apontamentos que andara a arrumar em casa. A mesma data do dia em que comprei o livro, mas de há dez anos atrás. Weird… De referir também que, quando comentei com o Sr. Bandeira que faço colecção de marcadores de livros, ele arranjou logo umas oito dúzias para a minha modesta caixinha. Foi um dia esquisito…
. “Ulisses Moore – A Porta do Tempo”, de Pierdomenico Baccalario, e
. “Ulisse Moore – Em Busca do Mapa Desaparecido”, de Pierdomenico Baccalario. Secção infantil, nada mais a dizer. Gosto de livros de aventuras, e o Júlio Verne faz cá falta…
. “Mandrágora – o Almanaque Pagão. Muito útil. Um bocado rebuscado, mas percebe-se, e está adequado ao nosso território. É complicado uma pessoa orientar-se com Almanaques pagãos que são elaborados para pessoas que moram nas Ilhas Britânicas, ou nos Estados Unidos.
. Poesia do Mário de Sá-Carneiro, do Pessoa, da Florbela Espanca e do Rubén Darío.
. Night Thoughts. Uma colectânea de poesia mais dark e isso.
. Poesia victoriana.
. Estou a ler outra vez “O Filho da Sombra”, da Juliet Marillier. Uma bela maneira de acabar o ano!


Sunday, December 28, 2008

O que andei a ler em 2008 – Parte 1

Ora cá vai, mais ou menos alinhavado, aquilo que a minha infinita preguiça me deixou deitar a mão nestes últimos meses (e não os apontei todos – sim, que uma das pessoas na minha cabeça aponta as leituras que faz, se isto é normal…):
. “Como água para chocolate”, da Laura Esquivel. Saiu com uma revista e ainda não o tinha, apesar de já o ter lido. Várias vezes. Já conheço esta história tão bem que, às vezes, me parece que lá estive, e agora estou só a folhear um álbum de recordações. Tenho quase a certeza que, numa das minhas vidas anteriores, andei por esses lados. E fui mordida por uma daquelas aranhas gigantescas que eles por lá têm: pretas, peludas, ENORMES, com as suas horríveis patas cheias de pêlos a aproximarem-se lentamente da vítima (eu…) e os seus OITO olhos a fixarem-se com um único objectivo. Brrr, já me estou a arrepiar. Por esse motivo, é pouco provável que lá vá. O outro é as minhas finanças. De qualquer forma, derreto-me com os livros (se tiverem aranhuços é só na sua forma escrita. Ah!!), a culinária, o café e, sobretudo, o CHOCOLATE! Depois de ter experimentado aquele do Equador à beira de uma carrinha italiana, na praia, mal posso esperar pela próxima vez de ir ao Lidl!
. “Singularidades de uma rapariga loira”, do Eça. Relido, também. É que ouvi dizer que o Manuel de Oliveira ia fazer isto em filme, e qualquer coisa do Eça deixa-me logo um bocado em pulgas, pelo que estava já a pensar no argumento. Grandes planos! Banda sonora do Thiersen, ou do Pedro Ayres de Magalhães.
. “Vinho Mágico”, Joanne Harris. Emprestado da Elisabete, tem andado aqui por casa até à próxima vez que nos encontremos (espero que em breve!). Andou engonhado durante meses, ou talvez mais que isso mas, a partir de uma certa altura, devorei-o! Adorei o final! Parecia que estava tudo lixado, mas a solução apareceu mesmo à nossa frente, e sempre lá esteve! Era tão simples!! Tive de o ler de novo… Não resisti. E acrescentei-o à minha lista de aquisições breves, é óbvio…
. Um livro sobre o Oeste, que foi a “descodificação” de uns manuscritos quase ilegíveis perdidos num baú, e onde aparece o Eça, o Batalha Reis, o Ortigão e etc. Estava empacotado numa das prateleiras do armazém do Posto de Turismo, e deu para entreter nas horas de fastio, e rir a bom rir!
. Passei os olhos pelo livro do Zézé Camarinha. Foi o Carlos – o meu colega no PT – que encontrou. Meia população da cidade de Peniche já leu aquele exemplar.
. ”Sapatos de Rebuçado”, Joanne Harris. Desconfio, mas não tenho a certeza, que ela escreve para as pessoazinhas que moram na minha cabeça. Elas regalam-se e pulam de alegria cada vez que agarro num livro da Joanne. Bem me parecia que o “Chocolate” tinha ficado com qualquer coisa por contar! Neste acaba mesmo à minha maneira! E já o acrescentei à minha lista!
. Um livro de um tal Branquinho da Fonseca que deu para entreter numa tarde aborrecida no Posto de Turismo Avançado – com secção de Biblioteca, lá está – e que me deixou deprimida…
. “O Remédio”, Michelle Lovric. Ficou provado que os gajos do Chá das Cinco têm um gosto estupendo para escolher as letras para as capas dos livros. De se lhes tirar o chapéu!
. “Néctar”, de Lily Prior. A história de uma ninfomaníaca albina apanhada de caixa dos fusíveis. O mais possível. É uma leitura leve, no entanto, com rasgos de hilaridade absurda!
. “Parapeito”, de Rita Ferro Rodrigues. A princípio achei um bocado limitado e repetitivo, mas tem textos que arrepiam. Também tem uma Leonor pequenita!
. “O Livro da Ignorância Geral”, incluindo a dos autores. Mas ainda apanhei textos interessantes – apenas a nível de informação, é claro! Foi boa ideia encherem os espaços vazios com frases de autores conceituados. Enviei algumas à India, que ela aprecia essas cenas. Isto foi na loucura da Feira do Livro no Clube, mesmo ali ao lado, que deu com força na classe trabalhadora do posto de Turismo deste Verão.
. “Os pássaros de Seda”, de Rosa Lobato Faria. Cheiro a Infância, a Alentejo, a simplicidade, a complicação, a desespero, à incapacidade de transformar a vida num conto de fadas com final feliz, afinal. Deixa um sabor meio doce, meio amargo, no fim. Quem nos dera ser capazes de adivinhar, de ler os outros por dentro, de os poder salvar. Fui buscá-lo ao calhas à Biblioteca. E depois fui buscar mais!
. “O Pranto de Lúcifer”, de Rosa Lobato Faria. Como é que eu nunca descobri isto antes?? O novo já está na lista das leituras, mas não tive mesmo tempo, ainda!
. “Danças na Floresta”, Juliet Marillier. A minha perdição, desde o “Filho da Sombra”, que foi o primeiro que li. E releio, de vez em quando. Li, reli, sublinhei e escrevinhei. Entrei dentro dele, estou completamente apaixonada por sapos e quero ir à Transilvânia! De Renault 4L, como o Pedro Abrunhosa!
E por hoje ficamos por aqui, que a noite já vai longa!


Monday, December 15, 2008

Jane Austen quizz...


You Are...Elinor Dashwood!

You are Elinor Dashwood of Sense & Sensibility! You are practical, circumspect, and discreet. Though you are tremendously sensible and allow your head to rule, you have a deep, emotional side that few people often see.