Tuesday, March 11, 2008

Porque é sempre perigoso quando uma mulher entra num cabeleireiro…

…precisamente porque, às vezes, sai de lá com madeixas vermelhas, ou com o cabelo por menos da metade. Além de que, de todas as vezes, estoura uma batelada de eurios!

A Sra. D. Maria Amélia, senhora minha avó foi, na sexta-feira, à cabeleireira, dar um jeito à sua permanente.
A menina do “Gabinete de beleza”, profissional competente da área da beleza estética, perguntou-lhe se ela queria fazer o buço.
A minha avó entrou na onda, e achou boa ideia, uma vez que nunca se tinha aventurado nesses atraentes caminhos.
Logo, tornou-se na primeira pessoa que eu conheço que tirou o buço na parte superior do lábio, na parte inferior do lábio, no queixo, nas bochechas… e no pescoço…
Mas foi com cera, e não com a navalha de barbeiro…

Também não sou a pessoa certa para opinar nestes assuntos, uma vez que não sei onde é que anda a porcaria da minha gillette, e tenho as pernas a parecer as de um homem das cavernas… ou, como diz o Sérgio, uma mulher da província. Mas ele é da Terceira. Não imagino quais sejam os seus critérios.

Já agora, ir cortar o cabelo, na gíria comum portuguesa, diz-se “ir ao baieta”.
Se o cabeleireiro for gay, pode-se dizer “ir ao rabeta”, não pode?



2 comments:

India said...

Eu tenho complexo de Sansão! Tesouras só de longe, controladas e nunca de costas!!!!!
Só em caso de extrema urgência! E mesmo assim... tudo com muita calma!

Marta said...

Olha, eu tenho andado a dar uma de Little Devil... Acho que lá em casa já andam a esconder as tesouras. Gatos...