Wednesday, August 26, 2009

Ontem, passeio tipo surpresa.

Mais do género "Deixa lá ver onde é que esta estrada vai dar!"
E a máquina ficou em casa... Bendita net, porém!
De qualquer das maneiras, em vez de nos ficarmos a lamentar, bem, decidimos lá voltar outra vez, mas com máquina, e - consenso! - em Setembro, que é uma zona de vinhas, e as cores do Outono quase quase a chegar vão dar uma fotos espectaculares!

Vocês não imaginam a quantidade de árvores que aquilo tem. E árvores antigas!





O lago.

Adorei esta árvore. Tem aquela pedra gigantesca a apoiá-la, e ali à volta andam patos, gansos e grous!
E vocês sabem como os patos podem ser "comunicativos"...

Outro plano da árvore, da pedra, da ponte e do dragão.

Mais outra do lago.

E aquilo é gigantesco!
Quinta dos Loridos, nas mãos do sr. Joe Berardo, que me surpreendeu pela positiva!
O Jardim da Paz é um espaço idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara. Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental.
És o maior, meu!

5 comments:

Elisabete said...

Nunca pensei existir algo assim no nosso país ! É lindo!!!!

marta said...

E podes perder-te lá! Fantástico!

Su said...

Olha, andei a ver essa quinta para casar. Acabámos por desistir porque o catering era externo.
Na altura o jardim ainda estava a ser feito por isso não chegámos a vê-lo assim.

Temos de lá ir.

Mokas said...

uiiiii tenho que lá ir....

marta said...

Aconselho! A zona é lindíssima, para quem aprecia, e no jardim podemos encontrar o Oriente e laivos da nossa tradição, nas árvores antigas que lá andam. Apesar de ser muito visitado, é possível andar sossegado, com calma, a disfrutar do ambiente, da paisagem, da ausência do som das auto-estradas, e até uns agradáveis recantos para estar solitário.